Te ver por aí
A semear sorrisos como um bem-te-vi
“Eu preciso parar. De te imaginar, te querer, te amar.”
Allax Garcia.  

“Você acha mesmo que tem ainda uns dez anos para dizer o que realmente importa às pessoas que ama? Doce ilusão. Seu tempo acabou. A gente só vive uma vez, você tem certeza que você é aquilo que gostaria de ser? Olhe uma foto sua enquanto criança e compare com o que você se tornou. Se você morrer hoje (acredite, pode acontecer), é assim que você gostaria de ser lembrado? É hora de deixar de ser babaca. Não é bolinho. Eu estou bem no início, recomeçando tudo outra vez, do zero. E você?”
Gabito Nunes.  


“Se há uma coisa que ainda tenho é memória. O que é péssimo. Se eu esquecesse as coisas de vez em quando, todos nos estaríamos um pouco mais felizes.”
Os 13 porquês.  

“Tudo é denso, tenso, imenso, quando penso.”
Eu me chamo Antônio.   

“E eu juro. Eu juro de pés juntos que eu não acredito “nessa besteira de contos de fadas”, “nessa besteira de finais felizes”. Eu juro, eu olho nos seus olhos, juro pra mim mesmo que esse friozinho na barriga não é nada demais. Que esse coração acelerado não significa nada. Não pode significar nada.”
Tati Bernardi.  

“E se por acaso doer demais, é porque valeu.”
Cazuza   

“Tenho me esforçado para ser uma boa pessoa, tenho dado o meu melhor e parece que isso nunca é o suficiente. Parece que eu estou me desgastando para absolutamente nada, então desisti. Comecei a ver a vida de outro jeito e descobri que as pessoas nunca irão ver o seu melhor e sim o seu pior. A grande jogada é fazer do seu pior um pouco melhor, nunca notarão o que há de bom em você mesmo.”
Eu me chamo Anônimo. 



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